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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

LULINHA, O FENÔMENO!!!

A Revista VEJA a algum tempo divulgou uma reportagem de capa intitulada O RONALDO DE LULA, referindo-se à ascensão meteórica do filho do PresidenteLula, o Lulinha, que ocorreu durante o primeiro mandato do seu genitor. Ofendido, Lulinha processou a VEJA alegando danos morais e requerendo pagamento de respectiva indenização. Ocorre que, sentenciando, a Juíza da 2ª Vara Cível da Comarca de São Paulo indeferiu a pretensão do primeiro filho e ainda apresentou conclusões que explicam como um biólogo, com td o respeito a estes profissionais, tornou-se um mega-empresário das telecomunicações. Veja abaixo interessante trecho dessa decisão em que fica constatado o esquema de CINCO BILHÕES DE REAIS, é isso mesmo:

(...) A matéria “O Ronaldo de Lula”, publicada pela Revista Veja, trata da trajetória profissional do filho do Presidente da República e de sua ascensão no mesmo período do mandato presidencial de seu pai. Aborda, ainda, que a participação societária do autor em empresa de telefonia e a atuação dele nos bastidores políticos deram se concomitantemente ao interesse de empresas dessa área, que inclusive recebem verba pública, em associarem-se. Contudo, para isso, esbarrariam em vedação do Plano Geral de Outorgas. Para chegar a tais conclusões, o repórter e co-réu Alexandre realizou, como ficou claro em seu depoimento pessoal, extensa pesquisa, por cerca de seis meses. Ele realizou trinta e uma entrevistas com funcionários públicos, membros do governo federal, empresários, dirigentes de estatais e amigos do autor, mas manteve os nomes em sigilo, a pedido dos entrevistados. Tentou, ainda, contato pessoal com o autor e o sócio dele, Kalil Bittar, porém o assessor de imprensa do autor respondeu apenas parte das perguntas formuladas, como constou na reportagem. Portanto, o repórter realizou pesquisa detalhada sobre o assunto, que era de interesse público, tanto por cuidar da atividade profissional do filho do Presidente da República, quanto por antecipar o interesse de empresas de telefonia, de uma das quais ele é sócio, em suprimirem vedação legal do Plano Geral de Outorgas para que uma empresa pudesse comprar a outra e que acarretou uma operação negocial de mais de cinco bilhões de reais. A procedência das suspeitas levantadas pela reportagem foi, posteriormente, comprovada pela edição de decreto presidencial e pela compra da Brasil Telecom pela Oi, antiga Telemar e que integrava a GameCorp, da qual o autor era sócio (consoante o esquema trazido na petição inicial, à fl. 04). (...)
Na hora de votar pense nisso e vote MARINA SILVA. A sentença, na íntegra, pode ser acessada neste site.

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